{"status":200,"response":{"result":"RELATED_ARTICLES_RETRIEVED","data":[{"id":"65eb00f829fdffa6c3fcbaaa","updated":"2024-03-08T12:13:44.663Z","created":"2024-03-08T12:13:44.634Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":null,"rejection_reason":null,"created_on":"2024-03-08T12:13:44.612Z","updated_on":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2024-03-08T12:13:44.655Z","likes_count":1,"comments_count":0,"bookmarks_count":0,"shares_count":0,"score":"2024-03-08T13:13:44.655Z","sharing_title":null,"sharing_description":null,"sharing_image":null,"tag_ids":["5e289b075e241f4df7816204","65eb00f829fdffa6c3fcbaa7","65eb00f829fdffa6c3fcbaa8","65eb00f829fdffa6c3fcbaa9"],"author_user_id":"629d39fda8d07c5c77cf038a","moderator_user_id":null,"original_author_user_id":"629d39fda8d07c5c77cf038a","project_id":"5c3889e652660026cfe10adb","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":2,"created_on":"2024-03-08T12:13:44.612Z","updated_on":null,"tags":[{"id":"65eb00f829fdffa6c3fcbaa8","updated":"2024-03-08T12:13:44.615Z","created":"2024-03-08T12:13:44.615Z","title":"IA","slug":"ia","project_id":"5c3889e652660026cfe10adb"},{"id":"5e289b075e241f4df7816204","title":"Tecnologia","slug":"tecnologia","project_id":"5c3889e652660026cfe10adb"},{"id":"65eb00f829fdffa6c3fcbaa9","updated":"2024-03-08T12:13:44.616Z","created":"2024-03-08T12:13:44.616Z","title":"AI","slug":"ai","project_id":"5c3889e652660026cfe10adb"},{"id":"65eb00f829fdffa6c3fcbaa7","updated":"2024-03-08T12:13:44.615Z","created":"2024-03-08T12:13:44.615Z","title":"inteligencia artificial","slug":"inteligencia-artificial","project_id":"5c3889e652660026cfe10adb"}]},"content":{"title":"O Surgimento de mais Inteligência Artificial Generativa nas Redes Sociais: Uma Boa Perspectiva?","slug":"o-surgimento-de-mais-inteligencia-artificial-generativa-nas-redes-sociais-uma-boa-perspectiva","cover_image":"https://5c3889e652660026cfe10adb.redesign.static-01.com/l/images/a7cbaebdc278f92158a322a92133db5af54dbc1f.png","cover_image_alt_text":"O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem permeado diversos aspectos da nossa vida cotidiana, e as redes sociais não estão imunes a essa transformação. Um artigo recente do Social Media Today discute como a IA generativa está ganhando espaço em aplicativos sociais e se isso é algo positivo. ","headline":"\n\nA Inteligência Artificial Generativa refere-se a sistemas capazes de criar novos conteúdos, como imagens, textos, músicas e vídeos, de forma autônoma. Esses sistemas são treinados em grandes conjuntos de dados","preview_content":"

A Inteligência Artificial Generativa refere-se a sistemas capazes de criar novos conteúdos, como imagens, textos, músicas e vídeos, de forma autônoma. Esses sistemas são treinados em grandes conjuntos de dados e

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A Inteligência Artificial Generativa refere-se a sistemas capazes de criar novos conteúdos, como imagens, textos, músicas e vídeos, de forma autônoma. Esses sistemas são treinados em grandes conjuntos de dados e podem aprender padrões para gerar novos conteúdos que se assemelham aos dados de entrada.

O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem permeado diversos aspectos da nossa vida cotidiana, e as redes sociais não estão imunes a essa transformação. Um artigo recente do Social Media Today discute como a IA generativa está ganhando espaço em aplicativos sociais e se isso é algo positivo. 

A IA generativa está sendo cada vez mais utilizada em redes sociais para várias finalidades. Por exemplo, algoritmos que podem ser usados para criar legendas automáticas para fotos ou vídeos, gerar filtros de realidade aumentada personalizados. Agora você pode até criar uma imagem de perfil sua como um guerreiro do século XVIII, muito legal não é mesmo?

O uso da inteligência artificial nas redes sociais pode trazer diversos benefícios. Em primeiro lugar, ela pode nos ajudar a criar conteúdo mais facilmente, especialmente para aqueles que não possuem habilidades avançadas em design ou escrita. Além disso, a geração automática de conteúdo pode aumentar a diversidade e a criatividade nas plataformas, oferecendo aos usuários uma gama mais ampla de opções para se expressarem.

Como você pode ver, a maioria dessas ferramentas foi projetada para simular atualizações humanas e criar imagens e representações irreais. E já existem muitas dessas opções disponíveis, que, intencionais ou não, reduzem efetivamente, e até eliminam, a participação humana no processo.

A mídia social, por definição, é “social”, o que envolve humanos interagindo com outros humanos, compartilhando suas próprias experiências e as coisas que estão sendo filtradas por seus cérebros humanos reais, para então se sentirem mais conectados ao mundo ao seu redor. Esse tem sido o valor universal do meio, baseado em livros e filmes para facilitar mais compreensão e conexão, para que todos nos sintamos menos sozinhos e mais envolvidos com o mundo que nos rodeia.

A crescente presença de IA nas redes sociais levanta algumas preocupações. Por exemplo, há o risco de que conteúdos gerados automaticamente possam ser utilizados para disseminar desinformação ou promover discursos de ódio. Além disso, existe a possibilidade de que a automação excessiva de tarefas criativas possa levar à perda da autenticidade e originalidade nas interações sociais online.

Diante desses desafios, é crucial que as redes sociais e os desenvolvedores de IA assumam a responsabilidade de garantir que a tecnologia seja usada de maneira ética e responsável. Isso inclui a implementação de medidas para detectar e mitigar o uso indevido de conteúdos gerados automaticamente, bem como a promoção da transparência sobre como a IA é usada nas plataformas.

Por outro lado, os criadores de conteúdo também têm um papel importante a desempenhar. Devemos estar cientes das capacidades e limitações da IA generativa e exercer discernimento ao interagir com conteúdos gerados automaticamente. 

A ascensão da Inteligência Artificial nas redes sociais representa tanto oportunidades quanto desafios. Se por um lado, ela pode facilitar a criação de conteúdo e promover a diversidade criativa, por outro, há preocupações sobre seu potencial impacto na disseminação de desinformação e na autenticidade das interações online. Para garantir que essa tecnologia seja utilizada de maneira ética e responsável, é necessário um esforço conjunto das empresas, dos desenvolvedores e dos criadores de conteúdo. Ao fazê-lo, podemos colher os benefícios da IA enquanto reduzimos seus riscos potenciais.


Qual sua opinião sobre as ferramentas com IA?


E quais ferramentas já testou e indicadoria para a comunidade de criadores de conteúdo?


Em breve farei um texto com algumas dicas de como usar a inteligência à favor da nossa comunidade! <3 

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A Inteligência Artificial Generativa refere-se a sistemas capazes de criar novos conteúdos, como imagens, textos, músicas e vídeos, de forma autônoma. Esses sistemas são treinados em grandes conjuntos de dados e podem aprender padrões para gerar novos conteúdos que se assemelham aos dados de entrada.

O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem permeado diversos aspectos da nossa vida cotidiana, e as redes sociais não estão imunes a essa transformação. Um artigo recente do Social Media Today discute como a IA generativa está ganhando espaço em aplicativos sociais e se isso é algo positivo. 

A IA generativa está sendo cada vez mais utilizada em redes sociais para várias finalidades. Por exemplo, algoritmos que podem ser usados para criar legendas automáticas para fotos ou vídeos, gerar filtros de realidade aumentada personalizados. Agora você pode até criar uma imagem de perfil sua como um guerreiro do século XVIII, muito legal não é mesmo?

O uso da inteligência artificial nas redes sociais pode trazer diversos benefícios. Em primeiro lugar, ela pode nos ajudar a criar conteúdo mais facilmente, especialmente para aqueles que não possuem habilidades avançadas em design ou escrita. Além disso, a geração automática de conteúdo pode aumentar a diversidade e a criatividade nas plataformas, oferecendo aos usuários uma gama mais ampla de opções para se expressarem.

Como você pode ver, a maioria dessas ferramentas foi projetada para simular atualizações humanas e criar imagens e representações irreais. E já existem muitas dessas opções disponíveis, que, intencionais ou não, reduzem efetivamente, e até eliminam, a participação humana no processo.

A mídia social, por definição, é “social”, o que envolve humanos interagindo com outros humanos, compartilhando suas próprias experiências e as coisas que estão sendo filtradas por seus cérebros humanos reais, para então se sentirem mais conectados ao mundo ao seu redor. Esse tem sido o valor universal do meio, baseado em livros e filmes para facilitar mais compreensão e conexão, para que todos nos sintamos menos sozinhos e mais envolvidos com o mundo que nos rodeia.

A crescente presença de IA nas redes sociais levanta algumas preocupações. Por exemplo, há o risco de que conteúdos gerados automaticamente possam ser utilizados para disseminar desinformação ou promover discursos de ódio. Além disso, existe a possibilidade de que a automação excessiva de tarefas criativas possa levar à perda da autenticidade e originalidade nas interações sociais online.

Diante desses desafios, é crucial que as redes sociais e os desenvolvedores de IA assumam a responsabilidade de garantir que a tecnologia seja usada de maneira ética e responsável. Isso inclui a implementação de medidas para detectar e mitigar o uso indevido de conteúdos gerados automaticamente, bem como a promoção da transparência sobre como a IA é usada nas plataformas.

Por outro lado, os criadores de conteúdo também têm um papel importante a desempenhar. Devemos estar cientes das capacidades e limitações da IA generativa e exercer discernimento ao interagir com conteúdos gerados automaticamente. 

A ascensão da Inteligência Artificial nas redes sociais representa tanto oportunidades quanto desafios. Se por um lado, ela pode facilitar a criação de conteúdo e promover a diversidade criativa, por outro, há preocupações sobre seu potencial impacto na disseminação de desinformação e na autenticidade das interações online. Para garantir que essa tecnologia seja utilizada de maneira ética e responsável, é necessário um esforço conjunto das empresas, dos desenvolvedores e dos criadores de conteúdo. Ao fazê-lo, podemos colher os benefícios da IA enquanto reduzimos seus riscos potenciais.


Qual sua opinião sobre as ferramentas com IA?


E quais ferramentas já testou e indicadoria para a comunidade de criadores de conteúdo?


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Segundo, o economista, Joseph Schumpeter (considerado “pai do conceito de inovação”), o capitalismo funciona em ciclos e cada nova revolução destrói a anterior, tomando seu mercado e empregos. Neste sentido, a dor e o ganho estão intrinsecamente ligados.

Inclusive, o professor de Harvard, Clayton Christensen, relaciona isso ao receio das empresas em relação as mudanças, o qual culmina em minar seus próprios negócios.

Notadamente, o empresariado, por vezes, encontra-se inserido no dilema de se adaptar, inovar e fazer mais como menos ou se tornar obsoleto. Sobretudo, porque de nada adianta tentar refrear a inovação.

Logo, entende-se por destruição criativa, quando empreendedores criam novos produtos ou novas formas de produzir, os quais impulsionam o desenvolvimento econômico e causam mudanças na economia.

Assim sendo, é necessário inovar em competitividade e fazer mais com menos. Sobretudo, buscando entender a era da disrupção através de novas formas de obtenção do lucro, nova mentalidade cultural e adoção de responsabilidade social.

Aliás, segundo estudo da McKinsey, o impacto de tecnologias emergentes na Economia Criativa vem promovendo a disrupção criativa no mundo corporativo.

Novas tendências de inovação e criatividade impactam a cadeia de valores e, por conseguinte, demandam novas soluções para um mercado cada vez mais exigente e seletivo. 

A indústria brasileira está preparada?

Na música, os artistas enlatados duram cada vez menos tempo. No marketing costumeiro, o custo-benefício já não compensa tanto quanto antes. Na tecnologia, falta mão de obra qualificada. Na TV aberta, os índices de audiência já não são os do século pregresso. E, notadamente, a pandemia impactou o mercado tradicional.

Logo, percebe-se que há mais gasto de tempo e dinheiro para manter filosofias de (re)trabalho, burocracias e lucro antiquadas, do que para inovar e adotar uma nova mentalidade de cultura organizacional, mercadológica e criativa.

E você: está preparado para esse processo evolutivo?

 

 

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Segundo, o economista, Joseph Schumpeter (considerado “pai do conceito de inovação”), o capitalismo funciona em ciclos e cada nova revolução destrói a anterior, tomando seu mercado e empregos. Neste sentido, a dor e o ganho estão intrinsecamente ligados.

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Logo, entende-se por destruição criativa, quando empreendedores criam novos produtos ou novas formas de produzir, os quais impulsionam o desenvolvimento econômico e causam mudanças na economia.

Assim sendo, é necessário inovar em competitividade e fazer mais com menos. Sobretudo, buscando entender a era da disrupção através de novas formas de obtenção do lucro, nova mentalidade cultural e adoção de responsabilidade social.

Aliás, segundo estudo da McKinsey, o impacto de tecnologias emergentes na Economia Criativa vem promovendo a disrupção criativa no mundo corporativo.

Novas tendências de inovação e criatividade impactam a cadeia de valores e, por conseguinte, demandam novas soluções para um mercado cada vez mais exigente e seletivo. 

A indústria brasileira está preparada?

Na música, os artistas enlatados duram cada vez menos tempo. No marketing costumeiro, o custo-benefício já não compensa tanto quanto antes. Na tecnologia, falta mão de obra qualificada. Na TV aberta, os índices de audiência já não são os do século pregresso. E, notadamente, a pandemia impactou o mercado tradicional.

Logo, percebe-se que há mais gasto de tempo e dinheiro para manter filosofias de (re)trabalho, burocracias e lucro antiquadas, do que para inovar e adotar uma nova mentalidade de cultura organizacional, mercadológica e criativa.

E você: está preparado para esse processo evolutivo?

 

 

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Já pararam para observar o quanto a atitude das pessoas tem mudado desde que o cenário da pandemia de Covid-19 vem avançando no Brasil e no mundo? A quarentena e o isolamento social tornaram-se reais. Agora estamos em casa, ou pelo menos temos de estar. Quem trabalha com serviços essenciais ainda precisa sair, mas quem tem a opção de fazer um home office, pode e deve ficar em casa.

A grande maioria das pessoas têm buscado uma harmonia que mistura produtividade, estudos, culinária, cuidados pessoais e exercícios, ficar com a família e entretenimento. Será essa uma época para repensar a vida, mudar comportamentos e se redescobrir? De acordo com o jornal Estadão, o momento para muitas pessoas é de resgate e inovação. É essencial analisar o período e ser solidário consigo mesmo.  

Em conversa com alguns amigos, discutimos sobre o cenário e falamos sobre o medo e pavor que uma doença ainda desconhecida causa em todo o mundo. Então, dar mais atenção para outras coisas contribui para mantermos uma linha de ocupação saudável e equilibrada da mente e do corpo.

Isso ajuda a não ficarmos a cada instante lembrando e pensando na difícil situação em que estamos inseridos. Antes, como boa parte estava com a vida preenchida apenas com o trabalho, agora sobra mais espaço para investir em outras atividades, ser criativo, se renovar e olhar com mais sensibilidade para coisas que poderiam estar menos evidenciadas. 

Abaixo seguem alguns hábitos em que as pessoas passaram a investir mais durante o isolamento social. Confira:

Diante dos pontos mencionados acima, a finalidade aqui é ressaltar que praticar todas essas atividades dentro de casa tem um significado para além da pandemia. Apesar de estarmos cientes e angustiados com uma crise sanitária que abala o mundo, é necessário se reinventar da melhor forma. Investir tempo em hobbies antes adormecidos ou em coisas que você não costumava dar muita atenção é especial neste momento, porque depois que tudo isso acabar, todos aprenderemos a ressignificar valores essenciais. 

Se você se encaixou em alguma dessas atividades, deixa aqui o seu comentário com aquilo que está mais curtindo fazer durante a quarentena. 

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Já pararam para observar o quanto a atitude das pessoas tem mudado desde que o cenário da pandemia de Covid-19 vem avançando no Brasil e no mundo? A quarentena e o isolamento social tornaram-se reais. Agora estamos em casa, ou pelo menos temos de estar. Quem trabalha com serviços essenciais ainda precisa sair, mas quem tem a opção de fazer um home office, pode e deve ficar em casa.

A grande maioria das pessoas têm buscado uma harmonia que mistura produtividade, estudos, culinária, cuidados pessoais e exercícios, ficar com a família e entretenimento. Será essa uma época para repensar a vida, mudar comportamentos e se redescobrir? De acordo com o jornal Estadão, o momento para muitas pessoas é de resgate e inovação. É essencial analisar o período e ser solidário consigo mesmo.  

Em conversa com alguns amigos, discutimos sobre o cenário e falamos sobre o medo e pavor que uma doença ainda desconhecida causa em todo o mundo. Então, dar mais atenção para outras coisas contribui para mantermos uma linha de ocupação saudável e equilibrada da mente e do corpo.

Isso ajuda a não ficarmos a cada instante lembrando e pensando na difícil situação em que estamos inseridos. Antes, como boa parte estava com a vida preenchida apenas com o trabalho, agora sobra mais espaço para investir em outras atividades, ser criativo, se renovar e olhar com mais sensibilidade para coisas que poderiam estar menos evidenciadas. 

Abaixo seguem alguns hábitos em que as pessoas passaram a investir mais durante o isolamento social. Confira:

Diante dos pontos mencionados acima, a finalidade aqui é ressaltar que praticar todas essas atividades dentro de casa tem um significado para além da pandemia. Apesar de estarmos cientes e angustiados com uma crise sanitária que abala o mundo, é necessário se reinventar da melhor forma. Investir tempo em hobbies antes adormecidos ou em coisas que você não costumava dar muita atenção é especial neste momento, porque depois que tudo isso acabar, todos aprenderemos a ressignificar valores essenciais. 

Se você se encaixou em alguma dessas atividades, deixa aqui o seu comentário com aquilo que está mais curtindo fazer durante a quarentena. 

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