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Como influenciadores, nossa missão é alcançar e impactar a vida de diversas pessoas, e por isso, é necessário falarmos sobre acessibilidade, já que isso torna o nosso conteúdo um meio para romper barreiras.

Então, aqui vão 3 formas de tornar o seu perfil mais acessível para pessoas com algum tipo de deficiência. 

Legenda

A legenda é um  elemento básico e essencial para tornar o seu perfil mais acessível. Primeiramente, você pode usar ferramentas como o CapCut, para adicionar legendas automáticas ao seu vídeo.

Além disso, no caso de stories para instagram, é possível fazer isso escrevendo manualmente o que está dizendo no vídeo, ou ainda, pode ser feito pelo CapCut também.

Descreva as imagens dos seus posts

Muitas pessoas com deficiência visual, não conseguem ter acesso a imagens inclusivas onde há a descrição de um post ou cartaz nas redes sociais. Com isso, existem alguns recursos descritivos, como por exemplo, uma descrição que pode aparecer abaixo do texto da legenda, com a hashtag  #paracegover ou #paratodosverem. Há, ainda, o campo “texto alternativo”, que fica nas configurações do Instagram, do LinkedIn e do Facebook.

Por fim, uma dica, é descrever de forma gradativa e hierarquizada, por exemplo, comece identificando o ponto principal do post e vá indo para demais elementos (mas não esqueça de pontuar o que é mais importante,para não se tornar  uma descrição gigante).

Fale pausadamente e deixe o áudio com a maior qualidade possível

Não somente por conta dos deficientes auditivos, ou com baixa audição,  mas também, por uma questão de acessibilidade em geral, sempre tente gravar os áudios dos seus vídeos com qualidade, sem abafar o microfone ou falar com o tom baixo.

Além disso, procure falar pausadamente e de forma clara. 

Assim, em pequenos atos, é possível ter empatia e inclusão, visando não somente expandir um público, mas também, tornar as suas redes sociais um espaço para todos. 

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E aí, o que você utiliza em seus conteúdos para se tornarem acessíveis?

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Então, aqui vão 3 formas de tornar o seu perfil mais acessível para pessoas com algum tipo de deficiência. 

Legenda

A legenda é um  elemento básico e essencial para tornar o seu perfil mais acessível. Primeiramente, você pode usar ferramentas como o CapCut, para adicionar legendas automáticas ao seu vídeo.

Além disso, no caso de stories para instagram, é possível fazer isso escrevendo manualmente o que está dizendo no vídeo, ou ainda, pode ser feito pelo CapCut também.

Descreva as imagens dos seus posts

Muitas pessoas com deficiência visual, não conseguem ter acesso a imagens inclusivas onde há a descrição de um post ou cartaz nas redes sociais. Com isso, existem alguns recursos descritivos, como por exemplo, uma descrição que pode aparecer abaixo do texto da legenda, com a hashtag  #paracegover ou #paratodosverem. Há, ainda, o campo “texto alternativo”, que fica nas configurações do Instagram, do LinkedIn e do Facebook.

Por fim, uma dica, é descrever de forma gradativa e hierarquizada, por exemplo, comece identificando o ponto principal do post e vá indo para demais elementos (mas não esqueça de pontuar o que é mais importante,para não se tornar  uma descrição gigante).

Fale pausadamente e deixe o áudio com a maior qualidade possível

Não somente por conta dos deficientes auditivos, ou com baixa audição,  mas também, por uma questão de acessibilidade em geral, sempre tente gravar os áudios dos seus vídeos com qualidade, sem abafar o microfone ou falar com o tom baixo.

Além disso, procure falar pausadamente e de forma clara. 

Assim, em pequenos atos, é possível ter empatia e inclusão, visando não somente expandir um público, mas também, tornar as suas redes sociais um espaço para todos. 

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E aí, o que você utiliza em seus conteúdos para se tornarem acessíveis?

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Engana-se quem pensa que as pessoas com deficiência não estão nas redes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, 23,9% da população brasileira possuía algum tipo de deficiência física ou intelectual. Com o avanço das tecnologias assistivas, cada vez mais esse grupo se insere nas mídias sociais e participa ativamente não só assistindo, mas também interagindo. Esse é um prato cheio para os produtores de conteúdo e empresas, já que a maioria das contas na internet sequer se preocupam com a acessibilidade.

Então, seja inteligente e olhe para esse público, mostre que se importa com as suas demandas e que o quer fidelizado. Além disso, transmitir a imagem de empresa ou indivíduo com responsabilidade social influencia positivamente na sua marca, pois não só pessoas com deficiência, mas também pessoas sem deficiência que são engajadas na causa vão olhar com bons olhos. 

No Instagram, rede social mais popular entre os usuários, algumas ferramentas de acessibilidade já estão disponíveis. Veja algumas dicas para acompanhar esse desenvolvimento:

4 dicas para criar conteúdos acessíveis nas redes sociais

Insira texto alternativo nas suas fotos e vídeos do feed

O recurso permite que todas as fotos publicadas tenham uma legenda especial, chamada de texto alternativo. Ela descreve com palavras o conteúdo das imagens, ou seja, pode ser interpretada pelos leitores de telas para aqueles que não enxergam. Na hora de postar um novo conteúdo, nas configurações avançadas, é possível inserir a legenda alternativa. 

Hashtag #paratodosverem

Além do recurso de legenda alternativa, existem as hashtags #paratodosverem ou #paracegover, que hoje é muito utilizada nas postagens do Instagram. Ao final da legenda da sua foto, você pode descrever o conteúdo dela entre cenário, pessoas envolvidas e outros elementos. Para a comunidade de pessoas cegas e com baixa visão, é importante até mesmo descrever as cores, pois tudo isso contribui para o imaginário no momento de consumir o conteúdo.

Legende os vídeos e stories

Essa é uma boa estratégia para a acessibilidade e também para o Marketing Digital, pois permite que não apenas pessoas com deficiência auditiva, mas também pessoas que nunca veem um storie até o final, por exemplo, tenham acesso ao conteúdo de outra maneira. 

Faça a audiodescrição

Ao fazer um storie com falas ou um vídeo, descreva quem você é e o cenário que está. Por exemplo: “sou Sarah Santos, mulher branca, de cabelos castanhos e lisos na altura dos ombros, visto uma camiseta rosa e há uma parede branca atrás de mim”. Dessa maneira, pessoas com deficiência visual podem se familiarizar com o ambiente. 

Ao trabalhar a inclusão nas redes sociais como uma prioridade, as pessoas com deficiência e simpatizantes da causa também darão prioridade para você. Trazer a acessibilidade à tona pode, sim, ser um posicionamento estratégico para a sua marca e, com os recursos disponíveis, torna-se cada vez mais fácil. 

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Engana-se quem pensa que as pessoas com deficiência não estão nas redes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, 23,9% da população brasileira possuía algum tipo de deficiência física ou intelectual. Com o avanço das tecnologias assistivas, cada vez mais esse grupo se insere nas mídias sociais e participa ativamente não só assistindo, mas também interagindo. Esse é um prato cheio para os produtores de conteúdo e empresas, já que a maioria das contas na internet sequer se preocupam com a acessibilidade.

Então, seja inteligente e olhe para esse público, mostre que se importa com as suas demandas e que o quer fidelizado. Além disso, transmitir a imagem de empresa ou indivíduo com responsabilidade social influencia positivamente na sua marca, pois não só pessoas com deficiência, mas também pessoas sem deficiência que são engajadas na causa vão olhar com bons olhos. 

No Instagram, rede social mais popular entre os usuários, algumas ferramentas de acessibilidade já estão disponíveis. Veja algumas dicas para acompanhar esse desenvolvimento:

4 dicas para criar conteúdos acessíveis nas redes sociais

Insira texto alternativo nas suas fotos e vídeos do feed

O recurso permite que todas as fotos publicadas tenham uma legenda especial, chamada de texto alternativo. Ela descreve com palavras o conteúdo das imagens, ou seja, pode ser interpretada pelos leitores de telas para aqueles que não enxergam. Na hora de postar um novo conteúdo, nas configurações avançadas, é possível inserir a legenda alternativa. 

Hashtag #paratodosverem

Além do recurso de legenda alternativa, existem as hashtags #paratodosverem ou #paracegover, que hoje é muito utilizada nas postagens do Instagram. Ao final da legenda da sua foto, você pode descrever o conteúdo dela entre cenário, pessoas envolvidas e outros elementos. Para a comunidade de pessoas cegas e com baixa visão, é importante até mesmo descrever as cores, pois tudo isso contribui para o imaginário no momento de consumir o conteúdo.

Legende os vídeos e stories

Essa é uma boa estratégia para a acessibilidade e também para o Marketing Digital, pois permite que não apenas pessoas com deficiência auditiva, mas também pessoas que nunca veem um storie até o final, por exemplo, tenham acesso ao conteúdo de outra maneira. 

Faça a audiodescrição

Ao fazer um storie com falas ou um vídeo, descreva quem você é e o cenário que está. Por exemplo: “sou Sarah Santos, mulher branca, de cabelos castanhos e lisos na altura dos ombros, visto uma camiseta rosa e há uma parede branca atrás de mim”. Dessa maneira, pessoas com deficiência visual podem se familiarizar com o ambiente. 

Ao trabalhar a inclusão nas redes sociais como uma prioridade, as pessoas com deficiência e simpatizantes da causa também darão prioridade para você. Trazer a acessibilidade à tona pode, sim, ser um posicionamento estratégico para a sua marca e, com os recursos disponíveis, torna-se cada vez mais fácil. 

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Para responder a essa pergunta, vou listar uma série de dados atuais sobre consumo, comportamento e novas tecnologias que, aparentemente, não se conectam com engajamento, mas apenas aparentemente, porque estão totalmente conectados:

- O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas com mais de 60 anos, número que representa 13% da população. Em 2030, o número de pessoas idosas ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos (OMS).
- Mais de 80% das informações que acessamos é por meio da visão, só que existem mais de 6 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil (IBGE).
- O Clubhouse supera TikTok em buscas (Decode).
- 25% das pessoas no Brasil não têm acesso à internet e outras quase 25% possuem algum tipo de deficiência (IBGE).
- 91% de usuários acessam as redes sociais mais usadas via dispositivos móveis (Oberlo).
- 90,4% de millenials, 77,5% da geração X e 48,2% de baby boomers são ativos nas redes sociais mais usadas (Obelo).
- 99% dos sites brasileiros apresentam barreiras de acessibilidade digital (Web Para Todos).


Ok, mas o que esses números têm a ver com o impacto da inclusão no engajamento nos seus conteúdos?

Eles revelam que ainda há uma grande massa de pessoas excluídas, que não conseguem acessar seu conteúdo, por diversos motivos: barreiras de acessibilidade, falta de acesso à internet, conteúdo direcionado em sua maioria para a geração millennial falta de diversidade de formatos que levem em consideração a diversidade humana de gostos, interesses e necessidades de acesso.

A dúvida que fica é: será que a predominância de pessoas nascidas entre meados da década de 1985 e o fim dos anos 90 nas redes sociais é causa ou consequência da falta de representatividade de idade de quem está criando e consumindo conteúdo?

Em outras palavras, o quão inclusivo é nosso modelo atual de criação de conteúdo?

 

Traduzindo em boas práticas

Acho que esse último parágrafo ficou teórico e prolixa demais, né? Então chegou a hora de compartilhar alguns exemplos práticos de criação de conteúdo inclusivo para você se inspirar e engajar mais sua audiência e até mesmo chamar a atenção de quem não encontra conteúdo atrativo e acessível 😀

 

A hora e vez dos áudios!

Que tal transformar uma imagem em um Áudio post? Adicionando áudio e legendas a uma imagem podemos criar novos formatos de conteúdo, atrativos para quem prefere ouvir conteúdo, pessoas mais velhas e com deficiência visual. E dá para criar uma linguagem única e diferenciada usando esse formato, olha o exemplo do post do @negrodasemana:
 

\"print

 

E quem sabe, usar mais áudios do WhatsApp em seus conteúdos, uma mídia que já faz parte do nosso dia a dia e gera um sentimento de aproximação com a audiência, como é o caso do post do @stealthelook:

\"print

 

Que tal um pouco de Design Inclusivo em seu conteúdo?

Por último, gostaria de compartilhar o conceito de Design Inclusivo e como seu uso pode te ajudar na criação de conteúdo para a maior diversidade possível de seguidores/as.

Fonte: Inclusive Design by Microsoft

Essa imagem ilustra bem o conceito de Design Inclusivo: nossas vivências individuais são limitadas e precisamos considerar as vivências diversas para poder criar conteúdo que engaje e aproxime pessoas excluídas por barreiras de acessibilidade, socioeconômicas, etárias, do nosso conteúdo.

Antes de dar tchau, se você quiser conhecer um pouco mais sobre Design Inclusivo, tem um vídeo disponível no meu Instagram (@isa.meirelles) que conta um pouco mais sobre essa metodologia usada no último lançamento da Nike.

E bora construir juntos conteúdo mais inclusivo! 💙

 

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Para responder a essa pergunta, vou listar uma série de dados atuais sobre consumo, comportamento e novas tecnologias que, aparentemente, não se conectam com engajamento, mas apenas aparentemente, porque estão totalmente conectados:

- O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas com mais de 60 anos, número que representa 13% da população. Em 2030, o número de pessoas idosas ultrapassará o total de crianças entre zero e 14 anos (OMS).
- Mais de 80% das informações que acessamos é por meio da visão, só que existem mais de 6 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil (IBGE).
- O Clubhouse supera TikTok em buscas (Decode).
- 25% das pessoas no Brasil não têm acesso à internet e outras quase 25% possuem algum tipo de deficiência (IBGE).
- 91% de usuários acessam as redes sociais mais usadas via dispositivos móveis (Oberlo).
- 90,4% de millenials, 77,5% da geração X e 48,2% de baby boomers são ativos nas redes sociais mais usadas (Obelo).
- 99% dos sites brasileiros apresentam barreiras de acessibilidade digital (Web Para Todos).


Ok, mas o que esses números têm a ver com o impacto da inclusão no engajamento nos seus conteúdos?

Eles revelam que ainda há uma grande massa de pessoas excluídas, que não conseguem acessar seu conteúdo, por diversos motivos: barreiras de acessibilidade, falta de acesso à internet, conteúdo direcionado em sua maioria para a geração millennial falta de diversidade de formatos que levem em consideração a diversidade humana de gostos, interesses e necessidades de acesso.

A dúvida que fica é: será que a predominância de pessoas nascidas entre meados da década de 1985 e o fim dos anos 90 nas redes sociais é causa ou consequência da falta de representatividade de idade de quem está criando e consumindo conteúdo?

Em outras palavras, o quão inclusivo é nosso modelo atual de criação de conteúdo?

 

Traduzindo em boas práticas

Acho que esse último parágrafo ficou teórico e prolixa demais, né? Então chegou a hora de compartilhar alguns exemplos práticos de criação de conteúdo inclusivo para você se inspirar e engajar mais sua audiência e até mesmo chamar a atenção de quem não encontra conteúdo atrativo e acessível 😀

 

A hora e vez dos áudios!

Que tal transformar uma imagem em um Áudio post? Adicionando áudio e legendas a uma imagem podemos criar novos formatos de conteúdo, atrativos para quem prefere ouvir conteúdo, pessoas mais velhas e com deficiência visual. E dá para criar uma linguagem única e diferenciada usando esse formato, olha o exemplo do post do @negrodasemana:
 

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E quem sabe, usar mais áudios do WhatsApp em seus conteúdos, uma mídia que já faz parte do nosso dia a dia e gera um sentimento de aproximação com a audiência, como é o caso do post do @stealthelook:

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Que tal um pouco de Design Inclusivo em seu conteúdo?

Por último, gostaria de compartilhar o conceito de Design Inclusivo e como seu uso pode te ajudar na criação de conteúdo para a maior diversidade possível de seguidores/as.

Fonte: Inclusive Design by Microsoft

Essa imagem ilustra bem o conceito de Design Inclusivo: nossas vivências individuais são limitadas e precisamos considerar as vivências diversas para poder criar conteúdo que engaje e aproxime pessoas excluídas por barreiras de acessibilidade, socioeconômicas, etárias, do nosso conteúdo.

Antes de dar tchau, se você quiser conhecer um pouco mais sobre Design Inclusivo, tem um vídeo disponível no meu Instagram (@isa.meirelles) que conta um pouco mais sobre essa metodologia usada no último lançamento da Nike.

E bora construir juntos conteúdo mais inclusivo! 💙

 

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