Ultimamente tenho pensado muito sobre essa “moda do natural” no conteúdo
Tudo agora é sobre parecer espontâneo, sem produção, sem roteiro, sem filtro, mas ao mesmo tempo… nada disso é tão natural assim.
Existe uma estética do “natural” sendo construída, um jeito certo de parecer simples, um jeito estratégico de parecer autêntico. E isso levanta um ponto importante: até onde ainda é autenticidade e onde começa performance?
Em 2026, sinto que as marcas não estão mais buscando só números, elas querem identificação, retenção, alguém que realmente influencie e não só apareça, só que ao mesmo tempo, autenticidade também virou produto e quem não entende isso acaba ficando pra trás.
Pra mim, o diferencial agora não é só ser “real”, é saber comunicar isso de forma intencional.
Quero saber, como vocês enxergam isso na prática?
@gabsbacon





